fotos de 16/10/2014: vazamento?
"a questão ambiental deve ser trabalhada não como resultante de um relacionamento entre homens e a natureza, mas como uma faceta das relações entre os homens, isto é, como um objeto econômico, político e cultural". (MORAES, 2002)
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Novelis fecha fábrica e agrava crise do alumínio
De acordo com o presidente executivo da associação, Milton Rêgo, a disparada nos preços da energia no País teve efeito direto na competitividade do setor de alumínio. Desde 2008, segundo ele, a produção do setor não para de cair. Nos últimos cinco anos, houve cortes de produção em empresas que têm como sócias gigantes como Alcoa, BHP Billiton e Votorantim Metais.
Apesar de o problema já se arrastar desde 2008, Rêgo diz que 2014 será 'um ano para esquecer' para a indústria de alumínio. A previsão é que o País feche com produção de 95 mil toneladas, 27% a menos do que no ano passado. De janeiro a agosto, a redução acumulada já é de 23%. 'Pela primeira vez em muito tempo, o Brasil será importador líquido de alumínio', afirma o presidente da Abal.
No caso da Novelis, o anúncio do encerramento da fábrica reflete um nível de capacidade ociosa que não parava de aumentar. Segundo dados da associação, nos últimos cinco anos, a Novelis reduziu quase à metade sua produção. Em 2008, 50 mil toneladas de alumínio saíram dos fornos da empresa; no ano passado, a produção foi de 29 mil toneladas.
Em comunicado oficial, a Novelis - que fatura US$ 10 bilhões ao ano e faz parte do gigante indiano Aditya Birla - afirmou que a crise do setor teve peso na decisão. 'Essa decisão foi tomada em função de questões estruturais que afetam toda a indústria de alumínio primário no Brasil, impactando o custo da operação', disse Tadeu Nardocci, presidente da empresa na América do Sul. A fábrica de Ouro Preto foi inaugurada em 1934 e pertence à Novelis em 1950.
A empresa também afirmou que o encerramento das atividades da planta reflete uma estratégia global de usar uma quantidade maior de alumínio reciclado. Segundo a Abal, a tendência da reciclagem do produto é de crescimento. Dados da associação mostram que 35,2% do consumo doméstico de alumínio do País já é abastecido pelo produto reciclado - acima da média global de 29%.
A queda na produção de alumínio primário é compensada, em parte, pela expansão da indústria de transformação do produto. Isso tem evitado, segundo o presidente executivo da associação, a queda do número de empregos na cadeia de alumínio. Em 2008, o setor gerava 28,1 mil empregos; em 2013, eram 28,9 mil postos de trabalho. A Novelis manterá suas atividades de laminação em Pindamonhangaba e Santo André (SP).
Em alguns casos, as empresas que reduziram ou encerraram suas atividades de produção de alumínio estão sobrevivendo vendendo energia no mercado livre. Isso porque os preços dispararam desde o ano passado por causa da seca, que compromete os reservatórios das hidrelétricas. Muitas companhias do setor têm contratos de energia de longo prazo, a preços antigos, e muito vantajosos em relação aos praticados atualmente.
Numa situação normal, com reservatórios cheios e chuvas na média, o preço do mercado à vista pode ficar abaixo de R$ 100 o megawatt/hora (MWh). Em janeiro de 2012, por exemplo, estava em R$ 12. Nesta semana, o valor chegou a R$ 822 o MWh. Para quem comprou na baixa, vale vender energia e paralisar a atividade produtiva.
Para o presidente da Abal, essa vantagem nos contratos de energia não é vista de maneira positiva pelo setor. 'O negócio das empresas é alumínio, e não energia. Esses contratos (a preços baixos) um dia vão vencer.
(Porto Alegre, segunda-feira, 20 de outubro de 2014. Atualizado às 09h23. Jornal do Comércio. Matéria disponível em: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=176670)
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Fechamento da fábrica de alumínio: uma notícia até então negada, mas já esperada
A notícia de que a Novelis do Brasil Ltda. vai encerrar a produção de alumínio primário na sua unidade de Ouro Preto causou comoção na cidade durante o dia de hoje.
Lamento profundamente pelo desemprego que será gerado. Lamento mais ainda pelo futuro incerto do passivo ambiental, como o Marzagão, o Lago do Azedo, a Panificadora e a própria área onde está a fábrica. Lamento também pelas inúmeras pessoas que continuarão com os problemas de saúde em razão da poluição a que foram expostas.
Me causa estranheza, porém, o espanto de alguns. Ora, os problemas de desatualização tecnológica, energia e falta de competitividade eram notórios. Uma crise mundial rondando as fábricas de alumínio e a velha e ultrapassada fábrica de Saramenha produzindo como se nada ocorresse? Não havia outro caminho, senão o fechamento.
O nosso blog vem denunciando isso há 3 anos e cobrando das autoridades uma ação mais eficaz para a proteção dos trabalhadores, das comunidades e do meio ambiente. Mas infelizmente o que vimos foi a covardia daqueles que deveriam nos defender. Mesmo diante de tantas provas, os nossos órgãos de gestão e de representação preferiram o silêncio e as alianças com os empresários.
Aliás, lendo agora as postagens que aqui foram feitas nos últimos 3 anos, algumas até parecem previsões futurológicas. O que antes era apontado pela empresa como mentira ou ignorância, agora é a mais pura realidade.
A cidade deve agora discutir de forma séria e profunda o que será de Saramenha. Não podemos deixar que o abandono continue sendo a única marca para aquela região. Não podemos deixar que a especulação imobiliária tome conta daquilo que pode ser terreno fértil para outras atividades econômicas. Não podemos deixar que o passivo ambiental seja abandonado ou transferido ao poder público.
Mais ainda, precisamos acompanhar de perto como será a atuação da Hindalco do Brasil Ltda, empresa do mesmo grupo empresarial que assume agora o protagonismo na região.
Uma coisa é certa: Operário Verde continuará na luta por melhores condições socioambientais em Saramenha!!!
(atualização em 17/10/2014): e para aqueles que acham que "ganhei" algo com o fechamento da Novelis em Ouro Preto, peço-lhes que leiam a seguinte postagem que fiz em 27/08/2012: http://operarioverde.blogspot.com.br/2012/08/o-que-quer-o-operario-verde.html
Lamento profundamente pelo desemprego que será gerado. Lamento mais ainda pelo futuro incerto do passivo ambiental, como o Marzagão, o Lago do Azedo, a Panificadora e a própria área onde está a fábrica. Lamento também pelas inúmeras pessoas que continuarão com os problemas de saúde em razão da poluição a que foram expostas.
Me causa estranheza, porém, o espanto de alguns. Ora, os problemas de desatualização tecnológica, energia e falta de competitividade eram notórios. Uma crise mundial rondando as fábricas de alumínio e a velha e ultrapassada fábrica de Saramenha produzindo como se nada ocorresse? Não havia outro caminho, senão o fechamento.
O nosso blog vem denunciando isso há 3 anos e cobrando das autoridades uma ação mais eficaz para a proteção dos trabalhadores, das comunidades e do meio ambiente. Mas infelizmente o que vimos foi a covardia daqueles que deveriam nos defender. Mesmo diante de tantas provas, os nossos órgãos de gestão e de representação preferiram o silêncio e as alianças com os empresários.
Aliás, lendo agora as postagens que aqui foram feitas nos últimos 3 anos, algumas até parecem previsões futurológicas. O que antes era apontado pela empresa como mentira ou ignorância, agora é a mais pura realidade.
A cidade deve agora discutir de forma séria e profunda o que será de Saramenha. Não podemos deixar que o abandono continue sendo a única marca para aquela região. Não podemos deixar que a especulação imobiliária tome conta daquilo que pode ser terreno fértil para outras atividades econômicas. Não podemos deixar que o passivo ambiental seja abandonado ou transferido ao poder público.
Mais ainda, precisamos acompanhar de perto como será a atuação da Hindalco do Brasil Ltda, empresa do mesmo grupo empresarial que assume agora o protagonismo na região.
Uma coisa é certa: Operário Verde continuará na luta por melhores condições socioambientais em Saramenha!!!
(atualização em 17/10/2014): e para aqueles que acham que "ganhei" algo com o fechamento da Novelis em Ouro Preto, peço-lhes que leiam a seguinte postagem que fiz em 27/08/2012: http://operarioverde.blogspot.com.br/2012/08/o-que-quer-o-operario-verde.html
Noticiário sobre a Novelis encerrar a fábrica de Ouro Preto
(Atualizado em 17/10/2014) Notícias sobre o encerramento da produção de alumínio primário em Ouro Preto em:
Extra: http://extra.globo.com/noticias/economia/novelis-fecha-fabrica-de-aluminio-primario-em-ouro-preto-mg-ate-fim-do-ano-14263758.html
UOL: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/10/16/novelis-fecha-fabrica-de-aluminio-primario-em-ouro-preto-mg-ate-fim-do-ano.htm
CNBC: http://www.cnbc.com/id/102094137#.
Isto é: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141016/novelis-vai-encerrar-producao-aluminio-primario/199855.shtml
Reuters: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN0I522C20141016
Estado de Minas: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/10/17/internas_economia,580561/multinacional-fabricante-de-aluminio-fechara-fabrica-em-ouro-preto-e-350-serao-demitidos.shtml
Extra: http://extra.globo.com/noticias/economia/novelis-fecha-fabrica-de-aluminio-primario-em-ouro-preto-mg-ate-fim-do-ano-14263758.html
UOL: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/10/16/novelis-fecha-fabrica-de-aluminio-primario-em-ouro-preto-mg-ate-fim-do-ano.htm
CNBC: http://www.cnbc.com/id/102094137#.
Isto é: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141016/novelis-vai-encerrar-producao-aluminio-primario/199855.shtml
Reuters: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN0I522C20141016
Estado de Minas: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/10/17/internas_economia,580561/multinacional-fabricante-de-aluminio-fechara-fabrica-em-ouro-preto-e-350-serao-demitidos.shtml
Novelis encerrará sua produção de alumínio primário em Ouro Preto
ATLANTA
E SÃO PAULO, outubro de 2014 – Consistente com sua estratégia global, a
Novelis, líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, anuncia
que concentrará sua operação brasileira em chapas, folhas e reciclagem
de alumínio. Como resultado, encerrará sua operação de alumínio primário
em Ouro Preto (MG) no final de 2014.
“A
decisão de encerrar as atividades da fábrica de Ouro Preto é coerente
com nossa estratégia global”, diz Tadeu Nardocci, vice-presidente sênior
e presidente da Novelis América do Sul. “Adicionalmente, essa decisão
foi tomada em função de questões estruturais que afetam toda a indústria
de alumínio primário no Brasil, impactando o custo da operação e sua
competitividade”, acrescenta Nardocci.
A
fábrica de Ouro Preto foi inaugurada em 1934 e adquirida pela companhia
em 1950. A unidade emprega cerca de 350 profissionais e produz 18 mil
toneladas ano de tarugos.
“Nossa
prioridade nos próximos meses é continuar a prover um ambiente de
trabalho seguro, valor prioritário para a Novelis, e garantir uma
transição tranquila para profissionais, clientes e comunidade”, conclui
Nardocci.
fonte: http://www.ouropreto.com.br/noticia/584/a-companhia-encerrara-sua-producao-de-aluminio-primario-em-ouro-preto-mg
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Serra do Gandarela é transformada em parque nacional
Fonte: Portal UAI/Estado de Minas, em 14/10/2014
Área situada no território de oito municípios das regiões metropolitana e Central de Minas Gerais será administrada pelo instituto Chico Mendes
Cristiane Silva
Publicação: 14/10/2014 13:55 Atualização: 14/10/2014 14:30
Foi publicado nesta terça-feira [14/10/2014] no Diário Oficial da União (DOU), o decreto que cria o Parque Nacional da Serra do Gandarela. A área compreende os municípios de Nova Lima, Raposos, Caeté, Santa Bárbara, Mariana, Ouro Preto, Itabirito e Rio Acima, e é considerada a última cadeia de montanhas intocada pela mineração no quadrilátero ferrífero, integrando o conjunto da Reserva da Biosfera do Espinhaço.
A criação do parque era reivindicada por moradores dos municípios e diversas entidades em prol do meio ambiente há pelo menos cinco anos. A área também abriga vestígios de animais pré-históricos.
A criação do parque visa garantir a preservação das amostras de patrimônio biológico, geológico, cavernas e cursos d'água no local. O parque também abriga campos rupestres. O decreto, assinado pelo governo federal, define a área de proteção e estabelece que ficam excluídas da área do parque os trechos necessários a operação e manutenção das linhas de distribuição de energia elétrica existentes (Taquaril - Mariana 1, Subestação Santa Bárbara 1, Santa Bárbara 1 - Mineração Serra Geral, Ouro Preto 2 -Mariana 1 seus acessos).
O Parque Nacional da Serra do Gandarela será administrado pelo Instituto Chico Mendes, que será responsável por adotar as medidas de controle, proteção e implementação da reserva.
Área situada no território de oito municípios das regiões metropolitana e Central de Minas Gerais será administrada pelo instituto Chico Mendes
Cristiane Silva
Publicação: 14/10/2014 13:55 Atualização: 14/10/2014 14:30
Foi publicado nesta terça-feira [14/10/2014] no Diário Oficial da União (DOU), o decreto que cria o Parque Nacional da Serra do Gandarela. A área compreende os municípios de Nova Lima, Raposos, Caeté, Santa Bárbara, Mariana, Ouro Preto, Itabirito e Rio Acima, e é considerada a última cadeia de montanhas intocada pela mineração no quadrilátero ferrífero, integrando o conjunto da Reserva da Biosfera do Espinhaço.
A criação do parque era reivindicada por moradores dos municípios e diversas entidades em prol do meio ambiente há pelo menos cinco anos. A área também abriga vestígios de animais pré-históricos.
A criação do parque visa garantir a preservação das amostras de patrimônio biológico, geológico, cavernas e cursos d'água no local. O parque também abriga campos rupestres. O decreto, assinado pelo governo federal, define a área de proteção e estabelece que ficam excluídas da área do parque os trechos necessários a operação e manutenção das linhas de distribuição de energia elétrica existentes (Taquaril - Mariana 1, Subestação Santa Bárbara 1, Santa Bárbara 1 - Mineração Serra Geral, Ouro Preto 2 -Mariana 1 seus acessos).
O Parque Nacional da Serra do Gandarela será administrado pelo Instituto Chico Mendes, que será responsável por adotar as medidas de controle, proteção e implementação da reserva.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Preço do alumínio impulsionou resultados, diz Alcoa
Fonte: Estadão Conteúdo, em 09/10/2014, disponível AQUI.
A Alcoa afirmou que seus
resultados no terceiro trimestre deste ano foram impulsionados
principalmente pelo segmento de metais, em consequência do aumento dos
preços do alumínio. Também foram fatores positivos os menores custos dos
materiais e a melhora na produtividade. As ações da empresa subiam
1,56% no after hours.
Os resultados da Alcoa são bastante observados porque estão entre os primeiros a serem divulgados a cada trimestre e porque a empresa vende produtos para uma variedade de indústrias.
A Alcoa teve lucro líquido de US$ 149 milhões no terceiro trimestre, bem acima de US$ 24 milhões um ano antes, enquanto a receita cresceu 8,2%, para US$ 6,24 bilhões. Excluindo itens não recorrentes, o lucro subiu para US$ 0,31 por ação, de US$ 0,11 por ação. Analistas ouvidos pela Thomson Reuters previam lucro de US$ 0,23 por ação e receita de US$ 5,85 bilhões. Fonte: Dow Jones Newswires.
sábado, 27 de setembro de 2014
Novelis e World Wildlife Fund Celebram Parceria para Reduzir a Emissão de Gases do Efeito Estufa
Notícia disponível em: http://www.segs.com.br/demais/10069-novelis-e-world-wildlife-fund-celebram-parceria-para-reduzir-a-emissao-de-gases-do-efeito-estufa.html. Fonte/Autoria.: Juliana Sampaio, em 22/09/2014.
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"A Novelis, líder mundial em laminação e em reciclagem de alumínio, foi aceita no programa Defensores do Clima, da World Wildlife Fund (WWF Climate Savers Program). A iniciativa encoraja as empresas a reduzir sua pegada de carbono e agir como agentes de mudança dentro de suas esferas de influência. Como única companhia de metais a ser aceita no programa, a Novelis reiterou junto à WWF seu compromisso de continuar a perseguir suas agressivas metas de sustentabilidade, concebidas para reduzir o impacto da Novelis no clima e assegurar a continuidade do negócio de acordo com esses objetivos.
“O futuro da nossa economia está nas baixas emissões de carbono, o que é também uma peça-chave da visão da nossa empresa,” afirma Phil Martens, presidente e CEO da Novelis. “Acreditamos que a redução das emissões dos gases do efeito estufa (GEE), o aumento de material reciclado que utilizamos, a redução no uso de água e energia em nossa operação e a redução de sucatas em aterros não são apenas componentes importantes de um esforço de sustentabilidade – são parte integrante da nossa ambiciosa estratégia de negócios. Com esta parceria com a WWF, uma respeitada e reconhecida liderança em sustentabilidade, a Novelis não somente demonstra seu compromisso com o tema, como passa a liderar o futuro de todo um setor.”
Como parte de sua participação no programa, a Novelis estabeleceu com o Defensores do Clima compromissos alinhados com a agenda de sustentabilidade já definida pela empresa. Até 2020, a Novelis:
· Reduzirá as emissões de carbono de suas operações em 10%
· Reduzirá as emissões totais de carbono em 50%
· Aumentará o conteúdo reciclado de seus produtos para 80%
Desde que anunciou suas metas de sustentabilidade em 2011, a Novelis tem feito progressos significativos, inclusive aumentando o conteúdo reciclado em seus produtos de 33% para 46%. Ano passado, a empresa se tornou a maior recicladora mundial de alumínio e continua a expandir sua capacidade de reciclagem. No mês que vem, inaugurará o maior centro de reciclagem de alumínio do mundo, localizado em Nachterstedt, na Alemanha. A companhia reduziu em 14% suas emissões de gases do efeito estufa, o que representa um progresso significativo em direção ao seu objetivo de cortar suas emissões totais de GEEs pela metade até 2020.
Como parte do seu compromisso de diminuir sua pegada de carbono e a de seus clientes, a Novelis recentemente apresentou a evercan™, primeira chapa de alumínio de alto teor de material reciclado com certificação independente para fabricação de latas para bebidas.
"Para enfrentar os desafios da escassez de recursos e riscos para o planeta no século 21, precisamos de uma liderança corajosa em todos os setores", diz Carter Roberts, presidente e CEO da WWF. "A Novelis entende isso e está assumindo compromissos ambiciosos que podem não só mudar a empresa, mas transformar toda uma indústria.”
Membros do Defensores do Clima melhoram sua eficiência em relação ao carbono enquanto cortam custos com energia e frequentemente ficam motivados a desenvolver novos produtos e serviços inovadores. Isso também coloca as companhias participantes numa posição favorável para evitar riscos relacionados ao carbono, enquanto identificam oportunidades em estratégias de negócios de longo prazo. Para serem aceitas no programa Defensores do Clima da WWF, as empresas precisam definir objetivos claros com relação à redução das emissões de GEEs e quanto a sua influência no mercado ou no desenvolvimento de políticas, promovendo sua visão, soluções e conquistas. A parceria prevê que Novelis relate seu progresso nesses objetivos à WWF.
Para mais detalhes sobre o compromisso da empresa com a sustentabilidade, consulte a versão online do Relatório Novelis de Sustentabilidade 2013".
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"A Novelis, líder mundial em laminação e em reciclagem de alumínio, foi aceita no programa Defensores do Clima, da World Wildlife Fund (WWF Climate Savers Program). A iniciativa encoraja as empresas a reduzir sua pegada de carbono e agir como agentes de mudança dentro de suas esferas de influência. Como única companhia de metais a ser aceita no programa, a Novelis reiterou junto à WWF seu compromisso de continuar a perseguir suas agressivas metas de sustentabilidade, concebidas para reduzir o impacto da Novelis no clima e assegurar a continuidade do negócio de acordo com esses objetivos.
“O futuro da nossa economia está nas baixas emissões de carbono, o que é também uma peça-chave da visão da nossa empresa,” afirma Phil Martens, presidente e CEO da Novelis. “Acreditamos que a redução das emissões dos gases do efeito estufa (GEE), o aumento de material reciclado que utilizamos, a redução no uso de água e energia em nossa operação e a redução de sucatas em aterros não são apenas componentes importantes de um esforço de sustentabilidade – são parte integrante da nossa ambiciosa estratégia de negócios. Com esta parceria com a WWF, uma respeitada e reconhecida liderança em sustentabilidade, a Novelis não somente demonstra seu compromisso com o tema, como passa a liderar o futuro de todo um setor.”
Como parte de sua participação no programa, a Novelis estabeleceu com o Defensores do Clima compromissos alinhados com a agenda de sustentabilidade já definida pela empresa. Até 2020, a Novelis:
· Reduzirá as emissões de carbono de suas operações em 10%
· Reduzirá as emissões totais de carbono em 50%
· Aumentará o conteúdo reciclado de seus produtos para 80%
Desde que anunciou suas metas de sustentabilidade em 2011, a Novelis tem feito progressos significativos, inclusive aumentando o conteúdo reciclado em seus produtos de 33% para 46%. Ano passado, a empresa se tornou a maior recicladora mundial de alumínio e continua a expandir sua capacidade de reciclagem. No mês que vem, inaugurará o maior centro de reciclagem de alumínio do mundo, localizado em Nachterstedt, na Alemanha. A companhia reduziu em 14% suas emissões de gases do efeito estufa, o que representa um progresso significativo em direção ao seu objetivo de cortar suas emissões totais de GEEs pela metade até 2020.
Como parte do seu compromisso de diminuir sua pegada de carbono e a de seus clientes, a Novelis recentemente apresentou a evercan™, primeira chapa de alumínio de alto teor de material reciclado com certificação independente para fabricação de latas para bebidas.
"Para enfrentar os desafios da escassez de recursos e riscos para o planeta no século 21, precisamos de uma liderança corajosa em todos os setores", diz Carter Roberts, presidente e CEO da WWF. "A Novelis entende isso e está assumindo compromissos ambiciosos que podem não só mudar a empresa, mas transformar toda uma indústria.”
Membros do Defensores do Clima melhoram sua eficiência em relação ao carbono enquanto cortam custos com energia e frequentemente ficam motivados a desenvolver novos produtos e serviços inovadores. Isso também coloca as companhias participantes numa posição favorável para evitar riscos relacionados ao carbono, enquanto identificam oportunidades em estratégias de negócios de longo prazo. Para serem aceitas no programa Defensores do Clima da WWF, as empresas precisam definir objetivos claros com relação à redução das emissões de GEEs e quanto a sua influência no mercado ou no desenvolvimento de políticas, promovendo sua visão, soluções e conquistas. A parceria prevê que Novelis relate seu progresso nesses objetivos à WWF.
Para mais detalhes sobre o compromisso da empresa com a sustentabilidade, consulte a versão online do Relatório Novelis de Sustentabilidade 2013".
terça-feira, 23 de setembro de 2014
SUPRAM responde sobre irregularidades expostas aqui no blog
A Superintendência Regional de Regularização Ambiental - Central Metropolitana (SUPRAM-CM), órgão estadual responsável pelos licenciamentos ambientais em Minas Gerais, manifestou-se quanto às seguintes postagens do "Operário Verde":
http://operarioverde.blogspot.com.br/2014/05/rio-colorido-de-bauxita-reflexo-da.html
Conforme o documento, cuja cópia segue abaixo, as emissões atmosféricas da fábrica "têm apresentado valores atendendo a legislação vigente" (sic).
Já com relação à coloração do Rio Funil, disse que a própria empresa Hindalco do Brasil comunicou "um incidente na tubulação que transporta resíduo neutralizado da fábrica de alumina, causando vazamento parcial, em pequena quantidade, da lama neutralizada para o Córrego Marzagão e daí atingindo o Rio Funil".
Consta ainda que os fiscais ambientais estiveram na fábrica em 16/06/2014 para inspeção.
Por fim, informou que o processo de Licença Prévia (LP) concomitante com a Licença de Instalação (LI) da empresa Hindalco do Brasil encontra-se em análise na SUPRAM, podendo ser acompanhado pelo endereço www.semad.mg.gov.br/copam/urcs/rio-das-velhas.
Mais uma vez os frios e distantes indicadores estabelecidos de cima para baixo pelos órgãos ambientais sufocam as reais e gritantes demandas da população. Enquanto um tecnocrata fica atrás de uma mesa analisando números, o pó e o mau cheiro continuam causando incômodos e doenças nas pessoas. A ausência de uma fiscalização humanizada é uma falha grave. No presente caso, por exemplo, os técnicos da SUPRAM vieram a Ouro Preto e visitaram apenas as instalações da fábrica e sequer se derem ao trabalho de conversar com as pessoas que moram a poucos metros das fontes poluidoras. Entendo que o meio ambiente não deve ser tratado apenas em ciências exatas, mas principalmente em sociais.
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