Essa não foi a primeira vez em 2014, conforme já denunciamos aqui no blog nas seguintes postagens:
1. http://www.operarioverde.blogspot.com.br/2014/05/rio-colorido-de-bauxita-reflexo-da.html
2. http://www.operarioverde.blogspot.com.br/2014/05/rio-funil-uma-simples-comparacao.html
3. http://www.operarioverde.blogspot.com.br/2014/09/supram-responde-sobre-irregularidades.html
Infelizmente temo que a velha fábrica de alumina e hidratos reativada em 2013 pela empresa Hindalco do Brasil sem grandes investimentos e modernizações ainda será protagonista de outras matérias como esta.
Mas o que me chamou a atenção na reportagem do Portal de Notícias G1 foi a evidente confusão entre Novelis e Hindalco. De fato, conforme alegou em nota, a Novelis não utiliza a bauxita no seu processo produtivo em Ouro Preto, já que é a Hindalco que produz o pó de alumina a partir do beneficiamento do minério de bauxita. Mas como separá-las? a comunidade, a imprensa e ninguém consegue entender como essas empresas pertencentes aos mesmos donos podem ser diferentes. Já fiz essa reflexão em abril de 2014 (LEIA AQUI) e mais uma vez volto a provocá-la.
O assunto também foi veiculado na Globo Minas: http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/t/todos-os-videos/v/rio-em-mariana-fica-com-agua-laranja-apos-receber-rejeitos-de-mineradora/3730059/
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Foto: Leandro Henrique dos Santos/jornal "O Espeto", publicada no Portal G1
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