"a questão ambiental deve ser trabalhada não como resultante de um relacionamento entre homens e a natureza, mas como uma faceta das relações entre os homens, isto é, como um objeto econômico, político e cultural". (MORAES, 2002)
A informação partiu da Índia, de um jornal especializado:
"A companhia indiana Hindalco disse que vai vender parte de seus ativos de alumínio no Brasil, que incluem minas de bauxita e uma planta para a produção de alumina, em Minas Gerais, disse hoje (15) o jornal The Economic Times, da Índia, citando fontes com conhecimento do assunto. O motivo seria a lenta recuperação do preço do alumínio. A Hindalco é dona da Novelis."
Mas segundo o mesmo site, a empresa negou:
"A Hindalco negou ontem (15) que vá vender minas de bauxita e uma refinaria de alumina que tem em nome da subsidiária AV Minerals em Minas Gerais. Ontem o jornal indiano The Economic Times noticiou que a companhia indiana quer vender esses ativos, além de outros que não estão alinhados à estratégia do grupo, para reduzir as dívidas."
E começou... sinalizam ao mercado, negam à comunidade, é sempre assim.
"O pedido foi feito pelo MP e a determinação é do dia 20 de julho de 2016. Segundo o órgão, o local funciona sem licença e a prefeitura não tomou providências para conseguir a autorização ambiental. Outra solução seria participar de um consórcio de tratamento de resíduos, o que ainda não ocorre.
De acordo com a Prefeitura, não há recursos para realizar as adequações no terreno a fim de conseguir a licença. Com relação ao consórcio com outras cidades, Ouro Preto ainda não recebeu a autorização para ampliar o aterro já usado e com isto participar do despejo. A cidade, conforme a administração municipal, recolhe 45 toneladas de lixo por dia.
A Prefeitura disse que, agora, após esta determinação da Justiça, vai analisar a contratação de um aterro para receber os resíduos. O município afirmou também que não vai suspender a coleta, pois esta atitude atenta “diretamente contra a saúde da população ouro-pretana”.
O executivo municipal disse que vai recorrer da decisão e pedir uma perícia judicial no aterro de Rancharia. Caso a determinação da Justiça seja descumprida, o município e o prefeito de Ouro Preto terão que pagar multa diária de R$30 mil."